Gastronomia
Gastronomia em Bombinhas
Cerca de 200 estabelecimentos numa cidade de 25 mil habitantes. A conta só fecha por causa do verão, e o cardápio começa no mar.
O que se come em Bombinhas?
Começa no mar, e não é força de expressão: a economia da cidade se apoia no turismo, na pesca artesanal e na maricultura, que é o cultivo de mariscos e ostras. O que sai da água de manhã chega à mesa no mesmo dia. O clássico do litoral catarinense é a sequência de camarão, servida em etapas, e uma porção costuma dar conta de duas pessoas. Contamos o que vem à mesa no guia de onde comer em Bombinhas.
Quem quer encurtar o caminho entre o mar e a mesa vai à Praia de Zimbros. As fazendas marinhas ficam nos dois extremos da baía, e as peixarias da praia vendem o peixe e o marisco recém colhidos ali mesmo, na água que você está olhando.
Não é só restaurante
São cerca de 200 estabelecimentos de gastronomia para 25 mil moradores, uma conta que só fecha porque a cidade multiplica de tamanho no verão. E a variedade acompanha: o diretório oficial de turismo separa a cena da cidade em onze tipos.
- Restaurantes
- Pizzarias
- Churrascarias
- Hamburguerias
- Petiscarias
- Bares e pubs
- Adegas e cervejarias
- Cafeterias e padarias
- Lanchonetes
- Pastelarias
- Sorveterias
Quantas casas há em cada tipo, ninguém conta. Por isso não damos esse número: aqui só entra número que a gente sabe de onde veio.
Tem época certa para comer bem aqui?
O calendário ajuda a escolher a data. A pesca artesanal da tainha, patrimônio cultural do município, vai de 1 de maio a 31 de julho e fecha em julho com o Saragaço. Em outubro, a cidade entra na Rota Gastronômica da Costa Esmeralda. A história dessa tradição está em pesca da tainha e Saragaço.