Por Bombinhas Web, guia local · Publicado em
As fotos acima são de drone, todas de Bombinhas, e mostram o desenho que só se entende do alto: uma península com mar em quase toda a volta. De um lado, a enseada longa da Praia de Bombas. No meio, o Centro e um costão de água clara. No outro extremo, o Canto Grande. Esta é a Galeria #01, a primeira de uma série que vai subir o drone sobre a cidade.
A primeira praia que você vê: Bombas
Quatro das oito fotos são da Praia de Bombas, e não por acaso. Com 2.186 metros, é a maior praia da entrada da cidade e a primeira que aparece para quem chega. Do alto, dá para abraçar a enseada inteira de uma vez, a mesma vista que se tem lá de cima, do mirante no ponto mais alto da trilha da Galheta, que parte do costão de Bombas. É praia de calçadão iluminado à beira-mar e de pesca artesanal, com os ranchos de canoa espalhados pela orla.
Cada foto pega Bombas num humor diferente: o dia nublado que deixa o mar de chumbo, o sol que acende o verde da água, o morro que fecha a paisagem atrás da cidade. É a praia mais fotografada da península, e de drone se entende por quê.
O Centro, o Ribeiro e a curva da orla
No meio da península ficam o Centro e a passarela que ninguém esquece. O Ribeiro é uma praia de 117 metros escondida entre Bombas e o Centro, e só se chega a ela a pé, pela Passarela do Ribeiro, um deck de cerca de 800 metros que liga a Praia de Bombas à de Bombinhas por cima das pedras. De cima, é aquele costão recortado, cheio de pequenas enseadas, que separa uma praia da outra.
Lagoinha e Sepultura: o costão de água clara
O costão verde ao fundo da foto de abertura guarda as praias de mergulho. A Lagoinha, com só 21 metros, tem piscinas naturais de água clara e sem ondas, onde dá para ver peixes e até tartarugas sem entrar na água. Vizinha, a Sepultura, de 95 metros, esconde no fundo do mar a Bio Vida III, uma escultura submersa do artista Pita Camargo, a primeira de uma série que deve formar uma galeria de obras debaixo d’água. Duas praias pequenas, de água transparente, que fazem a fama do mergulho livre da cidade.
O outro extremo: Canto Grande
Do outro lado da península, o Canto Grande tem duas caras. A foto aqui é do Mar de Fora, a praia longa e de ondas abertas, procurada para o surfe e os esportes, que junto com a vizinha Mariscal soma mais de quatro quilômetros de areia. A outra face do bairro é o Mar de Dentro, de água calma e pôr do sol, indicado pela revista Viagem e Turismo entre as dez melhores praias do Brasil para ir com crianças.
Bombinhas à noite
A última foto é de outro horário. A orla acesa depois do anoitecer, as luzes da cidade desenhando a curva da praia sobre o mar escuro, a passarela iluminada riscando a água. De dia, Bombinhas é cor. De noite, é contorno de luz.
Perguntas rápidas
De onde são estas fotos aéreas de Bombinhas? São fotos de drone do próprio guia, todas de Bombinhas, feitas sobre a península e as praias.
Bombinhas é uma ilha? Não. É uma península no litoral centro-norte de Santa Catarina, com mar em quase toda a volta.
Qual praia aparece primeiro para quem chega a Bombinhas? A Praia de Bombas, a maior da entrada da cidade, com 2.186 metros e o calçadão à beira-mar.
Dá para ver a Lagoinha e a Sepultura do alto? Sim, no costão de água clara ao lado do Centro. São as praias de mergulho livre, de piscinas naturais, e na Sepultura fica a escultura submersa Bio Vida III.
Esta foi a Galeria #01. Se as fotos deram vontade de conhecer cada lugar de perto, comece pelo mapa das praias de Bombinhas ou veja o que fazer na cidade. O drone volta a subir nas próximas galerias.